Meu amor é como uma vidraça,
Que foi por ti estilhaçada
E a Lua de pena chorava
Pingos de estrela esvaecida.
Lua fez-se nova, escurecida.
Procurei o teu consolo, mas perdida,
Sofri o que o tempo destrói na despedida
Do amor sentido e sem medida.
Quem me dera conspirasse o universo
E eu tivesse a alegria do teu regresso
Que em pensamento toda noite eu peço
Ser de novo em teus braços amanhecida.
Fernanda Rafaela
Mesmo o amor tendo sido estilhaçado como uma vidraça, ainda há esperança que o universo conspire e que se possa alegar com o regresso tão desejado.Ser novamente amanhecida! Lindo poema Fernanda parabéns! ^^)
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